Como viajar pelo Sudeste Asiático gastando apenas 30 dólares por dia
É perfeitamente possível explorar o Sudeste Asiático com 30 dólares diários se você ficar em albergues, comer comida de rua e usar transporte local. Países como Tailândia, Vietnã e Cambodja oferecem as melhores oportunidades para esse orçamento.
- Escolha os países mais baratos da região. Comece por Tailândia, Vietnã, Cambodja ou Laos. Evite Singapura e Brunei, que são muito caros. Malásia e Indonésia ficam no meio termo.
- Reserve albergues ou dormitórios. Use Hostelworld ou Booking.com para encontrar camas por 3-8 dólares/noite. Em Bangkok, Ho Chi Minh ou Siem Reap você encontra opções por 5-6 dólares.
- Coma exclusivamente comida de rua e mercados locais. Pratos custam entre 1-3 dólares. Pad Thai na Tailândia: 1,50 dólar. Pho no Vietnã: 2 dólares. Evite restaurantes turísticos que custam 10+ dólares por prato.
- Use apenas transporte público local. Ônibus locais: 0,30-1 dólar. Tuk-tuks só se necessário: 2-3 dólares. Para longas distâncias, prefira ônibus noturnos (8-15 dólares) em vez de voos.
- Evite álcool e atividades turísticas caras. Cerveja custa 2-4 dólares. Tours organizados custam 20-50 dólares. Visite templos gratuitos, praias públicas e mercados locais.
- Saque dinheiro estrategicamente. Use caixas eletrônicos de bancos locais para evitar taxas altas. Alguns cobram 2-5 dólares por saque. Carregue sempre dinheiro vivo.
- É seguro viajar com esse orçamento?
- Sim, milhões de mochileiros fazem isso anualmente. Fique em áreas centrais, não ande sozinho à noite e confie no instinto.
- Posso incluir as passagens aéreas nesse orçamento?
- Não. Os 30 dólares são apenas para gastos locais. Passagem Brasil-Sudeste Asiático custa 800-1500 dólares ida e volta.
- Qual país é o mais barato?
- Cambodja e Laos são os mais baratos, seguidos por Vietnã. Tailândia é ligeiramente mais cara mas oferece melhor infraestrutura.
- Preciso falar inglês?
- Inglês básico ajuda muito. Baixe Google Translate com modo offline. Pessoas jovens geralmente falam inglês nas cidades.